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Brasil amplia lista de praias com selo bandeira azul
Certificação internacional valoriza sustentabilidade
Radioagência Nacional - Por Madson Euler
Publicado em 19/01/2026 13:44
Geral
© Ministério do Turismo

Com cerca de 8.500 quilômetros de litoral, o Brasil tem mais de duas mil praias e mais de 360 ilhas, opções que podem deixar qualquer turista em dúvida durante o verão. Uma forma de reduzir essa lista e, ao mesmo tempo, escolher destinos comprometidos com a sustentabilidade é optar por locais que possuem o selo Bandeira Azul.

A certificação, reconhecida internacionalmente, é concedida a praias e marinas que se destacam pela qualidade ambiental, gestão sustentável e boas práticas de turismo responsável. Para receber o selo, os destinos precisam cumprir anualmente 38 critérios, que envolvem qualidade da água, segurança, infraestrutura, preservação do patrimônio e educação ambiental.

Na temporada 2025/2026, o Brasil conta com 50 praias e 10 marinas certificadas. Santa Catarina lidera com 31 locais, seguida do Rio de Janeiro, com 19. A Bahia aparece com cinco praias reconhecidas, São Paulo tem quatro e Alagoas, uma.

Um dos destaques é a Ponta de Nossa Senhora de Guadalupe, na Bahia, considerada a melhor praia sustentável, dentro de um ranking internacional de mais de 200 localidades nos continentes americano e europeu. A praia , localizada na Ilha dos Frades, é a única brasileira entre as 10 melhores desse ranking.  

Localizada na Baía de Todos-os-Santos, a cerca de 20 quilômetros de Salvador, a praia combina mata nativa preservada, águas mornas e cristalinas, além de um mirante com farol e uma igreja construída no século 17. Apesar de ter cerca de 50 moradores, o local pode receber até quatro mil visitantes em um único fim de semana durante a alta temporada.

Todos os destinos brasileiros certificados foram aprovados por um júri internacional em setembro, em Copenhague, na Dinamarca, sede da Fundação para a Educação Ambiental, responsável pelo programa Bandeira Azul. No Brasil, a iniciativa é coordenada pelo Instituto Ambientes em Rede.

Fonte: Radioagência Nacional
Esta notícia foi publicada respeitando as políticas de reprodução da Radioagência Nacional.
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